Do sofá ao garçom, aplicativos e novos serviços oferecem vantagens para quem não quer ligar o fogão


Seja pela necessidade de economizar, buscar por mais comodidade ou acompanhar a tendência de usufruir cada vez mais dos serviços disponíveis na internet, a relação das pessoas com a comida está mudando e boa parte dessa mudança se deve aos novos recursos que conectam a fome à vontade de comer, literalmente.

Quem não levanta do sofá, por exemplo, teve a vida facilitada nos últimos anos por uma série de aplicativos feitos para substituir as ligações de delivery. Além dos apps que proporcionam um catálogo mais amplo, como iFood e Pedidos Já, em que consumidores podem buscar por restaurantes próximos usando vários tipos de filtros, também é possível ter em tablets e smartphones atalhos diretos para redes mais conhecidas de fast food, como Habib's, Bob's, China in Box e Pizza Hut.

As vantagens de comer fora

Quem opta por sair de casa para comer também não abre mão dos novos atalhos, mais econômicos e cômodos. Enquanto pesquisas mostram que mais da metade dos brasileiros (51%) comem fora de casa mais de uma vez por semana, outras calculam que sejam gastos, em média, R$ 27,36 por dia com alimentação em restaurantes nas grandes capitais - valor que chega a R$ 601,92 por mês, quase o equivalente a um salário mínimo. Nesse contexto, é importante ter ferramentas úteis à mão.

"As pessoas costumam repetir os mesmos restaurantes quando saem para comer, sem dar chance para lugares novos. São tantas as opções que é mais fácil pular a etapa da decisão e ir naquele lugar 'de sempre'", comenta Guilherme Mynssen, o CEO do ChefsClub , que é o maior clube de gastronomia do país. Em sua visão, ferramentas como esta incentivam o usuário a conhecer lugares novos, já que ele terá uma economia significativa em todos eles e pode usar filtros como "culinária" e "bairro" de acordo com suas preferências. "Já estamos com mais de 2000 estabelecimentos parceiros".

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Fonte: Notícias Terra