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Mais propensos a frequentar bares e restaurantes, cinemas e fazer compras em lojas físicas: essa é a intenção de hábitos dos consumidores brasileiros assim que o risco da pandemia da Covid-19 esteja controlado. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Bain & Company, consultoria global que auxilia empresas e organizações sobre futuro dos negócios.

Realizado com 2 mil pessoas, o levantamento aponta que 65% das pessoas querem frequentar bares e restaurantes; desde o início da pandemia, 65% dos respondentes disseram que não realizam a atividade desde março de 2020. 57% também falou que estarão mais propensos a frequentar salas de cinema e 40% querem comprar em lojas físicas.

De acordo com a Bain, embora o hábito de cozinhar em casa que se estabeleceu durante a pandemia seja algo que veio para ficar, espera-se que o valor que os consumidores gastem em restaurantes e bares aumente, ficando em níveis mais altos que o pré-pandemia, em 2019. Outro dado da consultoria que indica esse aumento do ticket médio é o consumo de álcool nestes estabelecimentos: deve crescer 30%.

Desafio: renda para consumo
Embora o estudo projete as atividades que o brasileiro mais quer fazer assim que a pandemia estiver controlada, e que o setor de bares e restaurantes seja o mais citado pelos entrevistados, a Bain & Company notou que a situação financeira das pessoas pode ser um dificultador, uma vez que a renda do brasileiro foi mais impactada do que a de outras economias.

Segundo dados da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), quase metade dos brasileiros viram a renda diminuir – ou acabar – durante a pandemia. O desemprego, mesmo tendo recuado para 13,7% em julho de 2021, de acordo com a última pesquisa do IBGE, a condição ainda atinge 14 milhões de pessoas no país.
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