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A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) – regional Paraná divulgou uma nota pública após o decreto da bandeira vermelha, que entrou em vigor neste sábado (29) em Curitiba. Com as atuais medidas, restaurantes podem atender todos os dias, mas apenas nas modalidades entrega a domicílio, retirada no balcão e entrega expressa. Está suspenso o consumo no local.

Nesta nota, o presidente da entidade, Nelson Goulart, afirma que não foram os restaurantes os responsáveis pela piora da pandemia de Covid-19 e que não há mais justificativas a serem dadas ao setor.

Goulart afirma que o setor está indignado com a nova ampliação da restrição. De acordo com o presidente da Abrasel-PR, os donos de restaurantes esperavam uma maior equidade na distribuição das medidas restritivas. Goulart conta que a divergência de medidas, como as vigentes na capital e outras diferentes na Região Metropolitana, causa prejuízos. E comenta que a chegada da bandeira vermelha pode ter uma consequência.

A Associação Comercial do Paraná (ACP) também se manifestou sobre Curitiba entrar pela segunda vez na bandeira vermelha. Em nota publicada em seu site, a entidade informou que lamenta mais um período de fechamento do comércio.

Segundo a ACP, “autoridades municipais mais uma vez foram insensíveis às ponderações de que medidas duras como o lockdown não estão sendo eficazes para combater a pandemia e acabam matando empresas – e quando se mata empresas perde-se renda e empregos”.

A entidade também encaminhou um ofício ao Ministério Público do Paraná pedindo providências sobre a bandeira vermelha. A ACP pede à instituição o efetivo cumprimento da ocupação de 50% dos ônibus do transporte coletivo de Curitiba, conforme prevê o atual decreto.

Ouça: https://cbncuritiba.com/restaurantes-questionam-bandeira-vermelha-entidade-fala-em-injustica/

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